Os empreendimentos Bambu, Fiji e Set Ribeira, da Atmosfera Incorporadora, serão entregues com placas solares e todo o sistema próprio para geração de energia solar (fotovoltaica).

A intenção é maximizar a utilização de uma energia renovável para as áreas comuns dos residenciais, mas de maneira que não haja nenhum custo adicional aos proprietários e moradores.

Por isso, quem ganha com os investimentos da construtora em energias renováveis são seus clientes. Afinal, além de não gerar custo extra, o emprego da tecnologia agrega valor ao bem adquirido (valor agregado em futura venda) e reduz o custo do condomínio.

Como funciona?

A partir da instalação de painéis solares em áreas de maior exposição ao sol, é possível a captação da energia solar. Células fotovoltaicas presentes nos painéis são responsáveis por transformar o calor em energia elétrica.

Por meio de um equipamento chamado “conversor”, a energia fotovoltaica captada é transformada em eletricidade convencional (110 ou 220 v).

Uma tendência mundial

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o fenômeno da energia fotovoltaica é global. Matéria publicada em setembro do ano passado (2018), revela que a fonte energética é a que mais cresce no mundo e deve receber um aumento de 17 vezes na capacidade instalada até 2040.

O Brasil é um dos dez países que mais acrescentou potência de sistemas geradores fotovoltaicos à sua matriz elétrica. “Isso colocou o Brasil entre as 30 primeiras posições”, diz Ronaldo Koloszuk, presidente do conselho da Absolar, entidade que representa o setor, sobre ranking de nações que investem em energia solar.

Fonte: Folha de S. Paulo

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